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	<title>charô!</title>
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	<description>See, my damie, meerkats don’t wa-da-tah to the shama cow… ’cause thats a cama cama leepa-chaiii, dig?</description>
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		<title>No pixoèisso!</title>
		<link>http://charo.com.br/2010/02/03/no-pixoeisso/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 08:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charô</dc:creator>
				<category><![CDATA[pixoéisso!]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[Muro de Berlim: qualquer semelhança com São Paulo não é mera coincidência
Hoje falou-se no tuiter&#160;sobre a importância da arte urbana num país com acesso restrito à cultura. Sobre esse assunto, dados do IPEA&#160;sobre a freqüência de práticas culturais tem rodado a rede. No site da Unesco, alguns dados são esmiuçados:

Apenas 13% dos brasileiros frequentam cinema [...]<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/02/03/no-pixoeisso/">No pixoèisso!</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://3.bp.blogspot.com/_nN2aVxtZdH4/S2kuWK4rFeI/AAAAAAAAAXk/-Pd5HR3O3O4/s640/b_murkreutzberg.jpg" /><small><span style="font-size: xx-small;">Muro de Berlim: qualquer semelhança com São Paulo não é mera coincidência</span></small></p>
<p>Hoje falou-se no tuiter&nbsp;sobre a importância da arte urbana num país com acesso restrito à cultura. Sobre esse assunto, <a href="http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/cardenosdepoliticas/cadvol3.pdf" target="_blank" title="Economia e Política Cultural:<br />
acesso, emprego e financiamento">dados do IPEA</a>&nbsp;sobre a <strong>freqüência de práticas culturais</strong> tem rodado a rede<strong>. </strong><a href="http://www.unesco.org/pt/brasilia/culture/access-to-culture/" target="_blank" title="Acesso à Cultura no Brasil">No site da Unesco</a>, alguns dados são esmiuçados:</p>
<ul>
<li>Apenas 13% dos brasileiros frequentam cinema alguma vez no ano. </li>
<li>92% dos brasileiros nunca frequentaram museus. 93,4% dos brasileiros jamais frequentaram alguma exposição de arte. </li>
<li>78% dos brasileiros nunca assistiram a um espetáculo de dança, embora 28,8% saiam para dançar.</li>
<li>82% dos brasileiros não possuem computador em casa, destes, 70% não têm qualquer acesso à internet (nem no trabalho, nem na escola).</li>
<li>56,7% da população ocupada na área de cultura não têm carteira assinada ou trabalham por conta própria. </li>
</ul>
<p>As unanimidades são a&nbsp;televisão e o radio. E&#8230; A rua que ainda&nbsp;serve <em>malgré tout</em>&nbsp;como tablado para as&nbsp;manifestações sociais,&nbsp;econômicas e&nbsp;culturais ainda que cravejado&nbsp;pela&nbsp;mira&nbsp;do&nbsp;Planejamento Urbano neoliberal se transforma em&nbsp;zona militarizada,&nbsp;onde a sobrevivência depende do&nbsp;automóvel&nbsp;que se tornou&nbsp;<em>tanque de guerra em miniatura</em>&nbsp; em detrimento de toda e qualquer urbanidade.</p>
<p>Porém,&nbsp;enquanto <a href="http://www.youtube.com/watch?v=RMZ3bsrtJZ0" target="_blank" title="Pateta no trânsito">o&nbsp;senhor motorista privatiza despudoradamente&nbsp;a rua</a>, ao senhor pedestre restam o Ipobre,&nbsp;a Lã Rause (g**gle it quem quiser) e quaisquer outras manifestações autenticamente brasileiras como discutiu <a href="http://www.youtube.com/watch?v=KhxoiBw3LYI" target="_blank" title="Regina Casé no TedxSp">Regina Casé no TedxSP</a>. É por isso que, após um tempo falando de <a href="http://charo.com.br/tag/posmoderno/" target="_blank">arte pós-moderna</a>,&nbsp;estudarei o Pixo como obra, poética e afins.</p>
<p>O intuito é&nbsp;abordar em termos sociais, culturais e espaciais o que significa dizer que nas ruas de São Paulo se produz arte e não crime.</p>
<p>Pouca coisa né? =)</p>
<p>P.S.: post originalmente publicado em <a title="http://pixoeisso.blogspot.com/" href="http://pixoeisso.blogspot.com/" target="_blank">pixoèisso!</a></p>
<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/02/03/no-pixoeisso/">No pixoèisso!</a></p>
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		<title>OMG</title>
		<link>http://charo.com.br/2010/01/09/sculpture-omg/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 01:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charô</dc:creator>
				<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Objeto]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-moderno]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sculpture: OMG LOL (Detail) / Originally uploaded by See-ming Lee ??? SML.
Post originalmente publicado por A charolastra. Joinha?OMG
<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/09/sculpture-omg/">OMG</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/seeminglee/4042668609/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2482/4042668609_a526f7abeb.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: 0.8em; margin-top: 0px;">Sculpture: OMG LOL (Detail) / Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/seeminglee/">See-ming Lee ??? SML</a>.</span></p>
<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/09/sculpture-omg/">OMG</a></p>
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		<title>Projeto Printed Matter</title>
		<link>http://charo.com.br/2010/01/09/projeto-printed-matter/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 10:54:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charô</dc:creator>
				<category><![CDATA[obra]]></category>
		<category><![CDATA[Bordado]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-moderno]]></category>

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		<description><![CDATA[É, muitas vezes confundi técnica com temática e deixei de lado bons projetos por não serem inéditos. Santa bobagem. Exemplo disso são as diferenças entre o Projeto Estremas, concebido por moi même, e o Printed Matter. mas nós temos alguns pontos de aproximação&#8230;
Craft is a starting place, a set of possibilities.
It avoids absolutes, certainties, over-robust [...]<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/09/projeto-printed-matter/">Projeto Printed Matter</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4516" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a target="_blank" href="http://charo.com.br/2010/01/09/projeto-printed-matter/evelin-kasikov-cmyk-embroidery-1-2/" rel="attachment wp-att-4516"><img src="http://charo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Evelin-Kasikov-CMYK-embroidery-11.jpg" alt="Printed matter ©Evelin Kasikov" title="Printed matter ©Evelin Kasikov" width="500" height="228" class="size-full wp-image-4516" /></a><p class="wp-caption-text">Printed matter ©Evelin Kasikov</p></div>
<p>É, muitas vezes confundi técnica com temática e deixei de lado bons projetos por não serem inéditos. Santa bobagem. Exemplo disso são as diferenças entre o Projeto Estremas, concebido por moi même, e o Printed Matter. mas nós temos alguns pontos de aproximação&#8230;</p>
<blockquote><p>Craft is a starting place, a set of possibilities.<br />
It avoids absolutes, certainties, over-robust definitions, solace.<br />
It offers places, interstices, where objects and people meet.<br />
It is unstable, contingent.<br />
It is about experience.<br />
It is about desire.<br />
<del datetime="2010-01-08T03:51:50+00:00">It can be beautiful.</del></p>
<p>— Edmund de Waal</p></blockquote>
<p>Bem, é verdade que Evelin Kasikov borda bem melhor que eu. Mas o meu intuito, hohoho, não é bordar tão bem quanto ela.</p>
<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/09/projeto-printed-matter/">Projeto Printed Matter</a></p>
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		<title>O emprego estético da linguagem</title>
		<link>http://charo.com.br/2010/01/08/o-emprego-estetico-da-linguagem/</link>
		<comments>http://charo.com.br/2010/01/08/o-emprego-estetico-da-linguagem/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 11:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charô</dc:creator>
				<category><![CDATA[conceito]]></category>
		<category><![CDATA[leituras]]></category>
		<category><![CDATA[Citação]]></category>
		<category><![CDATA[Poética]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos livros que estou a ler é Obra Aberta, de Umberto Eco. É um daqueles livros que a gente tem de ler todinho e bem cedo, mesmo que seja com o apoio de dicionários. Feliz ou infelizmente, moi que não cursou faculdade de artes visuais, só estou estudando a obra agora. Com apoio de dicionários, claro. Antes tarde [...]<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/08/o-emprego-estetico-da-linguagem/">O emprego estético da linguagem</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4489" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/thalamus/2070273356/sizes/l/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-4489" title="Cloud Chamber, 2007 ©Samantha Clark" src="http://charo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/2070273356_2bb6d41c93_b.jpg" alt="Cloud Chamber, 2007 ©Samantha Clark" width="500" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">Hipérbole, metáfora, inversão e elipse em Cloud Chamber, 2007 ©Samantha Clark, por piglicker</p></div>
<p>Um dos livros que estou a ler é <em>Obra Aberta</em>, de Umberto Eco. É um daqueles livros que a gente tem de ler todinho e bem cedo, mesmo que seja com o apoio de dicionários. Feliz ou infelizmente, moi que não cursou faculdade de artes visuais, só estou estudando a obra agora. Com apoio de dicionários, claro. Antes tarde do que mais tarde. =) Resultado? Até aqui estou maravilhada, por diversos motivos.<span id="more-4448"></span></p>
<p>Destacaria o fato de se tratar de um texto &#8220;técnico&#8221; que muitas vezes parece um poema. A sacada é que Eco trabalha as funções conotativa (experiência subjetiva)  e denotativa (estado de dicionário) da  linguagem em uníssono. E como nunca dá ponto sem só, entrega o esquema&#8230;</p>
<blockquote>
<h3>O emprego estético da linguagem (a linguagem poética) implica, portanto, um uso emotivo das referências e um uso referencial das emoções.</h3>
<p>Umberto Eco <em>in</em> Obra Aberta</p></blockquote>
<p>Isso não explica (ainda) mas fornece algumas sobre a apreensão (não é o termo mais adequado, mas detesto essa onda de falar fruição) da arte. Bem, para mim está sendo o maior &#8220;adianto&#8221;. Sobretudo quando se trata de obras garimpadas online. É, também queria ir pra Zoropa, mas sacumé né. Tem horas que até ir ao Masp complica.</p>
<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/08/o-emprego-estetico-da-linguagem/">O emprego estético da linguagem</a></p>
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		<title>Duplo</title>
		<link>http://charo.com.br/2010/01/05/duplo/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 20:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charô</dc:creator>
				<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Objeto]]></category>

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		<description><![CDATA[
DUPLO_01 024, originally uploaded by NC Photo.
Eu tinha de dividir esse trampo com vocês. Passei anos mergulhada em &#8220;ociosa curiosidade&#8221;, pensei que nunca ia acontecer coisa alguma. Mas não é que as coisas estão fazendo sentido?
Tô nas nuvens. Mais detalhes aqui.
Aliás, esse trabalho é uma interpretação de O duplo, Fiodor Dostoiévski. Não falei aqui mas [...]<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/05/duplo/">Duplo</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/ncphoto/4249093630/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4045/4249093630_0ddf95f343.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: 0.8em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/ncphoto/4249093630/">DUPLO_01 024</a>, originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/ncphoto/">NC Photo</a>.</span></p>
<p>Eu tinha de dividir esse trampo com vocês. Passei anos mergulhada em &#8220;ociosa curiosidade&#8221;, pensei que nunca ia acontecer coisa alguma. Mas não é que as coisas estão fazendo sentido?</p>
<p>Tô nas nuvens. <a title="Cléa Nunes" href="http://cleanunes.art.br/" target="_blank">Mais detalhes aqui</a>.</p>
<p>Aliás, esse trabalho é uma interpretação de <em>O duplo</em>, Fiodor Dostoiévski. Não falei aqui mas 2010 é o ano do autor no coração dessa blogueira que vos fala.</p>
<p>Beijo!</p>
<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/05/duplo/">Duplo</a></p>
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		<title>Mac Funamizu</title>
		<link>http://charo.com.br/2010/01/02/mac-funamizu/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 14:15:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charô</dc:creator>
				<category><![CDATA[humanos]]></category>
		<category><![CDATA[obra]]></category>
		<category><![CDATA[Objeto]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-moderno]]></category>

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		<description><![CDATA[
Infographic Coins Concept from Mac Funamizu on Vimeo.
Mac Funamizu ficou conhecido por seus protótipos de celular que falam de transparência, minimalismo, otimismo e quaisquer tendências clean que você desejar. Porém, vendo seu portfolio prefiro destacar suas moedas infograficas: de algum modo elas falam menos superficialmente de função, beleza e possibilidade. Felizmente, não são translúcidas. Talvez seja hora de outro discurso, [...]<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/02/mac-funamizu/">Mac Funamizu</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="331"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8465562&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8465562&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="500" height="331"></embed></object>
<p><a href="http://vimeo.com/8465562">Infographic Coins Concept</a> from <a href="http://vimeo.com/macfun">Mac Funamizu</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Mac Funamizu ficou conhecido por <a title="MF portfólio" href="http://www.behance.net/mac_fun/frame" target="_blank">seus protótipos de celular</a> que falam de transparência, minimalismo, otimismo e quaisquer tendências clean que você desejar. Porém, vendo seu portfolio prefiro destacar suas moedas infograficas: de algum modo elas falam menos superficialmente de função, beleza e possibilidade. Felizmente, não são translúcidas. Talvez seja hora de outro discurso, né? O <a title="Mac Funamizu" href="http://ffffound.com/home/mac/found/" target="_blank">Ffound do artista</a> deixa a dica. Se antes Mac postava até chuveiros transparentes, agora está falando sobre madeira. Estamos de olho.</p>
<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/02/mac-funamizu/">Mac Funamizu</a></p>
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		<title>Tessa Farmer é nojenta</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 16:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charô</dc:creator>
				<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[obra]]></category>
		<category><![CDATA[Escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-moderno]]></category>

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		<description><![CDATA[Como pode uma mulher aparentemente limpinha ser na verdade profundamente nojenta? Tessa Farmer é assim, #prontofalei. No seu site, ao apresentar a obra Resurrection of the Rat, explica que umas fadinhas desgracentas mataram o rato, comeram-no (vadias) e depois usaram a carcaça para criar uma obra de arquitetura. Politicamente correto. Ainda assim, essas fadinhas não são [...]<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/01/tess/">Tessa Farmer é nojenta</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a rel="attachment wp-att-4356" href="http://charo.com.br/2010/01/01/tess/rat1600/"><img class="size-medium wp-image-4356" title="Ressureição do rato, 2007, Tessa Farmer" src="http://charo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Rat1600-600x398.jpg" alt="Ressureição do rato, 2007, Tessa Farmer" /></a>
<p>Como pode uma mulher <a target="_blank">aparentemente limpinha</a> ser na verdade profundamente nojenta? <a href="http://www.tessafarmer.com/images.html">Tessa Farmer</a> é assim, #prontofalei. No seu site, ao apresentar a obra <em>Resurrection of the Rat</em>, explica que umas <a href="http://www.tessafarmer.com/Images/ResurrectionoftheRat2008/Rat3(600).jpg" target="_blank">fadinhas desgracentas</a> mataram <a href="http://www.chapter.org/resource/9576.13642.file.eng.jpg" target="_blank">o rato</a>, comeram-no (vadias) e depois usaram a carcaça para criar uma obra de arquitetura. Politicamente correto. Ainda assim, essas fadinhas não são flor que se cheire. Muito bem.</p>
<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2010/01/01/tess/">Tessa Farmer é nojenta</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Drops 2010</title>
		<link>http://charo.com.br/2009/12/31/drops201/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 21:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charô</dc:creator>
				<category><![CDATA[drops]]></category>

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		<description><![CDATA[
A notícia é velha, mas interessante. O Comitê nacional pelo retorno de artefatos roubados requisitou mais uma vez a devolução do busto de Nefertiti, atualmente em exposição no Neues Museum. O governo egípcio diz que o descobridor da peça, Ludwig Borchardt, forjou os papéis para retirá-la do país e pede que as autoridades alemãs provem que a rainha foi tirada legalmente [...]<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2009/12/31/drops201/">Drops 2010</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-4326" title="Edgar Degas, Praça da Concórdia ou Visconde Lepic e suas filhas, 1875" src="http://charo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/degas_place-600x396.jpg" alt="" /></p>
<p>A notícia é velha, mas interessante. O <a href="http://www.drhawass.com/blog/press-release-national-committee-meeting" target="_blank">Comitê nacional pelo retorno de artefatos roubados</a> requisitou mais uma vez a devolução do busto de Nefertiti, atualmente em exposição no Neues Museum. O governo egípcio diz que o descobridor da peça, Ludwig Borchardt, forjou os papéis para retirá-la do país e pede que as autoridades alemãs provem que a rainha foi tirada legalmente do Egito há quase 100 anos.<br />
 <br />
A cobra fuma assim: se os egípcios estiverem certos e os alemães quiserem reter a peça, terão de falsificar os papéis de novo. Recentemente, o mesmo orgão conseguiu que o <a title="Tetiky Paintings Return From the Louvre" href="http://www.drhawass.com/blog/tetiky-paintings-return-louvre" target="_blank">Louvre devolvesse cinco pinturas</a>. Hohoho. Claro, é apenas uma questão de lucro mas&#8230; Tou com o Egito. Provar que os europeus e suas instituições são lalaus é bacana mesmo. Aliás, requisitar peças roubadas pelos alemães é tendência:  <a title="Court to Rehear Case of Pissarro Painting Stolen by Nazis" href="http://www.artinfo.com/news/story/33529/court-to-rehear-case-of-pissarro-painting-stolen-by-nazis/" target="_blank">saiu no Art ­info</a> que os Esta­dos Unidos pedem a devolução de uma obra de Camille Pis­saro roubada pelos nazistas.</p>
<p>Essa também é fresca: <a title="Quadro de Degas é roubado de museu na França" href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1431267-7084,00.html" target="_blank">roubaram <em>As coristas</em></a> em Marselha. É, ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão. De qualquer forma, parece que roubar Degas dá lucro. O preju é de aproximadamente 75 milhões de reais. Bem menos que a mega sena da virada, né? Aliás, se eu nunca mais postar, vocês já sabem. Nunca acreditei mesmo nesse negócio de <em>Arbeit macht frei</em>. Falando nisso, <a title="Inscrição de Auschwitz roubada" href="http://publico.clix.pt/Mundo/inscricao-de-auschwitz-arbeit-macht-frei-roubada_1414487" target="_blank">essa placa também foi roubada</a>, você viu?</p>
<h3>No mais, felixxx 2010 e boas entradas! =)</h3>
<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2009/12/31/drops201/">Drops 2010</a></p>
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		<title>O jovem poeta sufoca na alma</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 16:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charô</dc:creator>
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		<category><![CDATA[leituras]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu tenho medo das «teses» quando se apoderam de um artista jovem, sobretudo nos começos da sua carreira. E sabem o que eu temo? Muito simplesmente que não consiga os objectos da tese. Pensará um simpático crítico, a quem li há pouco e cujo nome agora não vou citar, que toda a obra artística isenta [...]<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2009/12/31/4292/">O jovem poeta sufoca na alma</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Eu tenho medo das «teses» quando se apoderam de um artista jovem, sobretudo nos começos da sua carreira. E sabem o que eu temo? Muito simplesmente que não consiga os objectos da tese. Pensará um simpático crítico, a quem li há pouco e cujo nome agora não vou citar, que toda a obra artística isenta de tese prévia, realizada exclusivamente com um objectivo artístico, e até de assunto inteiramente secundário e não correspondendo a nada de «tendencioso» possa resultar nuns proveitos para o seu objectivo ainda que à primeira vista dê a impressão de satisfazer apenas «uma ociosa curiosidade»? Porventura as nossas pessoas cultas ainda não se deram conta do que pode passar-se no coração e na inteligência dos nossos escritores e artistas jovens? Que confusão de ideias e de sentimentos preconcebidos! </p>
<p>Sob a pressão da sociedade, o jovem poeta sufoca na alma o seu natural anelo de espraiar-se em formas singulares; receia que condenem a sua «ociosa curiosidade»; reprime essas formas que lhe brotam do fundo da alma; nega-lhes vida e atenção e arranca de dentro, entre espamos, o tema que à sociedade agrada, que é grato à opinião liberal e social. Mas que erro tão horrivelmente cândido e ingénuo, que erro tão crasso! Um dos mais grosseiros erros consiste em que a denúncia do vício (ou do que ao liberalismo se antolha como tal) e a incitação ao ódio e à vingança se consideram o único caminho possível para a consecução do fim. Contudo, até mesmo nesse exíguo caminho um grande talento poderia desenvolver-se e não se afundar nos princípios da sua carreira; bastaria recordar-se mais amíude da regra áurea, de que as palavras que se dizem são de prata e as que se calam&#8230; são de oiro. Há talentos notáveis que prometiam muito, mas a quem a tendência corroeu de tal modo que lhes encaixou um uniforme. </p>
<p><a title="Fiodor Dostoievski, in 'Diário de um Escrito" target="_blank" href="http://">Fiodor Dostoiévski, in Diário de um Escritor</a></p></blockquote>
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		<title>Sound Sculptures</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 14:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charô</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-moderno]]></category>

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		<description><![CDATA[
Zimoun : Sound Sculptures &#038; Installations &#124; Compilation Video V1.5 from ZIMOUN VIDEO ARCHIVE on Vimeo.
Mexeu muito com o meu &#8220;sensível&#8221;, hohoho. É sério. Visto em: The Splendorous Form of Noise.
Post originalmente publicado por A charolastra. Joinha?Sound Sculptures
<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2009/12/31/sound-sculptures/">Sound Sculptures</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="281"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7235817&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7235817&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="500" height="281"></embed></object>
<p><a href="http://vimeo.com/7235817">Zimoun : Sound Sculptures &#038; Installations | Compilation Video V1.5</a> from <a href="http://vimeo.com/zimoun">ZIMOUN VIDEO ARCHIVE</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Mexeu muito com o meu &#8220;sensível&#8221;, hohoho. É sério. Visto em: <a target="_blank" title="The Splendorous Form of Noise"  href="http://new-art.blogspot.com/2009/12/splendorous-form-of-noise.html">The Splendorous Form of Noise</a>.</p>
<p>Post originalmente publicado por <a href="http://charo.com.br">A charolastra</a>. Joinha?<br/><br/><a href="http://charo.com.br/2009/12/31/sound-sculptures/">Sound Sculptures</a></p>
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